O Grupo Marista assume o compromisso com a promoção, a proteção e a defesa dos direitos da criança, do adolescente e do jovem. Por isso, todas as pessoas abrangidas por este Código devem seguir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Promovemos esses direitos quando proporcionamos acesso à educação de qualidade, à saúde e a outras políticas sociais. Também os defendemos por meio da atuação em rede, junto a organizações públicas ou privadas, perante os Estados, organismos internacionais e demais instituições.
Todas as pessoas que trabalham no Grupo Marista, prestam serviços, representam a Instituição ou atuam em parceria com ela devem zelar pela integridade física, emocional, moral, social e digital de crianças, adolescentes e jovens, prevenindo situações de risco, violência, negligência, exposição indevida, abuso ou exploração.
Podem configurar violações de direitos, entre outras, situações de violência física, psicológica, sexual, institucional, autoprovocada, negligência, abandono, trabalho infantil, tráfico de pessoas e violências em ambiente digital, como cyberbullying, grooming, sexting e exploração sexual online.
Diante desse cenário, repudiamos qualquer tipo de violação dos direitos de crianças, adolescentes e jovens e adotamos tolerância zero em relação à Exploração e Abuso Sexual (EAS). Como membro consultivo da Organização das Nações Unidas (ONU) e por seguir recomendações e tratados sobre o tema, o Grupo Marista preza pela identificação, pelo acompanhamento e pela deliberação dos casos que ocorram em seus espaços e/ou que sejam de sua alçada.
Qualquer suspeita ou identificação de violência deve ser encaminhada ao Canal Direto, para tratativa célere e notificação aos órgãos responsáveis.
Também devem ser observadas as regras sobre uso de imagem, voz, nome e dados identificáveis de crianças, adolescentes e jovens, assegurando o respeito à privacidade, à dignidade e à Lei Geral de Proteção de Dados e às políticas internas aplicáveis.
| Se eu suspeitar que uma criança, adolescente ou jovem está sofrendo algum tipo de violência ou abuso, mesmo sem ter certeza, devo comunicar ou aguardar mais informações antes de tomar alguma providência? A dúvida não deve impedir a comunicação. Sempre que houver suspeita, indício ou preocupação relacionada à segurança ou aos direitos de crianças, adolescentes ou jovens, a situação deve ser imediatamente encaminhada ao Canal Direto para avaliação adequada. |
Saiba mais: Consulte a Política de Proteção Integral de Crianças e Adolescentes.